Património Arquitectónico
» PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO
Solares e Casas Senhoriais
Freguesia de Cidadelhe
Casa do Côtto
Casa do Outeiro
Casa do Paço de Cidadelhe
Casa do Terreiro
A Casa do Paço de Cidadelhe é um solar seiscentista. O abade de Miragaia diz que a Casa teria sido fundada por Diogo Melo Pereira, Comendador de Mouramorta, entre 1630 a 1642. Contudo, Correia de Azevedo, afirma, que o fundador da Casa do Paço foi Diogo de Moura Coutinho. O seu vínculo mais antigo recua até 1531, quando foi instituído a Carta de Couto do Paço de Cidadelhe.
Freguesia de Vila Marim
Casa de Valdourigo
Casa do Paço
Casa do Granjão
Freguesia de Barqueiros
Casa da Vista Alegre
Freguesia de Vila Jusã
Casa do Registro
Casa dos Cabrais
Freguesia de Santa Cristina
Casa dos Fragosos ou do Outeiro
Casa do Vale do Couto
Casa da Picota
Casa do Cabo de Vila
Casa do Solar da Rede
Casa dos Albergarias
Casa da Carreira
Casa da Gafaria
Freguesia de São Nicolau
Casa da Ordem Terceira de São Francisco
Casa dos Asilo ou de Souto Maior
Casa dos Guedes
Santa Casa da Misericórdia
Ao lado do adro da Igreja de S. Nicolau, encontra-se o edifício da Santa Casa da Misericórdia de Mesão Frio fundada em 1560 por André da Fonseca. O grande impulsionador desta nobre instituição caritativa foi, sem dúvida, António de Azeredo e Vasconcelos ao legar-lhe todo o património rústico e urbano que se espalhava por Gradins, Vila Verde, Fundo de Vila, Vila Jusã, Barqueiros e Barro.
Freguesia de Oliveira
Casa das Torres
Casa de Sant`Anna
Casa D'Além
Casa da Quinta Nova
Casa de Sant'Anna, apresenta na fachada virada a norte, o mais sumptuoso Brasão de todo o concelho de Mesão Frio, em cujo escudo esquartelado se esculpiram as "armas" dos Borges, Carvalhos, Alpoins - armas antigas - e Botelhos. O ano de 1724, que se encontra gravado na frontaria da fachada meridional, comemora muito possivelmente a data do acabamento da primeira edificação por Luís Pereira de Carvalho Borges, fidalgo que reunia dois dos apelidos mais nobres da região. José Borges de Carvalho Sousa de Vasconcelos foi o último fidalgo da Casa de Sant'Anna e morreu em data desconhecida.
Arquitectónicamente a Casa das Torres, é um dos mais impressionantes edifícios brasonados do concelho de Mesão Frio e uma das Casas Nobres, mais deslumbrantes da região, com as suas duas imponentes torres. Construída em 1740 pelo Dr. José António de Sousa e Faria, bacharel formado em Direito, foi passando sucessivamente de geração em geração, sempre na posse da família.
Pelourinho
O pelourinho, símbolo medieval de Poder Local, onde os criminosos eram pendurados e expostos publicamente, foi classificado de imóvel de interesse público pelo Decreto-Lei nº 23122, de 11 de Outubro de 1933. Constituído por uma plataforma granítica com três degraus, uma base octogonal, uma coluna com fuste de superfície curva, cilíndrica e sem ornamentos, com uma cintura de ferro a meio, e o remate com quatro argolas ao alto em forma de cruz. O pelourinho localiza-se na praça com o seu nome.
Marcos Pombalinos
Os Marcos Pombalinos foram colocados por conta dos proprietários dos terrenos demarcados. Feitos em pedra de cantaria lavrada, com a inscrição “Feitoria”. O algarismo corresponde à sua numeração e o ano de 1758 ou 1761 corresponde ao ano da colocação. Uns, embutidos em muros; muitos, derrubados e ocultos entre mato velho; alguns, a servir de canteiros ou dormentes de tonéis; e outros, de soleiras e padieiras de portas e janelas ou de sentinelas vigilantes em mortórios abandonados. Os marcos pombalinos eram feitos de granito em formato paralelepípedo e remate liso, com a face principal voltada para o caminho, na qual se inscreveu a designação: “FEITORIA 1761”, sendo classificados como imóveis de interesse público pelo Decreto-Lei n.º 35 909, DG 236 de 17 de Outubro de 1946. O primeiro Marco Pombalino foi colocado a 9 de Outubro de 1758, a 200 metros do local onde, em 1875, seria edificado o edifício público da estação de comboio do Bernardo na freguesia de Barqueiros concelho de Mesão Frio.
Castro de Cidadelhe
O Castro de Cidadelhe foi um povoado metalúrgico fundado durante o bronze final, a que se seguiu, sobre a sua destruição uma nova ocupação castreja. A este período deve corresponder a construção da muralha exterior. Na área da acrópole foi implantada uma torre quadrangular que se sabe ser medieval, pois foi datada do século X. Também os romanos deixaram marcas da sua presença nesta freguesia, podendo-se admirar um troço de calçada e a ponte. Passava aqui a via militar romana que de Braga se dirigia a Amarante.
Moinhos Tradicionais da Praia Fluvial do Rio Teixeira
A praia fluvial do rio Teixeira é um local aprazível e muito bem equipado, com espaços para banhos e um extenso relvado, com um moinho de água convertido num bar e esplanada. Possui ainda um recinto para concertos ao ar livre e um parque de merendas.









