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Freguesia de Barqueiros
- Casa da Vista Alegre
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Freguesia de Cidadelhe
- Casa do Côtto
- Casa do Outeiro
- Casa do Paço de Cidadelhe
- Casa do Terreiro
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Freguesia de Mesão Frio - Santo André
- Casa do Registro
- Casa dos Cabrais
- Casa dos Fragosos ou do Outeiro
- Casa Vale do Couto
- Casa da Picota
- Casa do Cabo de Vila
- Casa do Solar da Rede
- Casa dos Albergarias
- Casa da Carreira
- Casa da Gafaria
- Casa da Ordem Terceira de São Francisco
- Casa do Asilo ou de Souto Maior
- Casa dos Guedes
- Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Mesão Frio
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Freguesia de Oliveira
- Casa das Torres
- Casa de Sant'Anna
- Casa D'Além
- Casa da Quinta Nova
- Casa do Castello
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Freguesia de Vila Marim
- Casa de Valdourigo
- Casa do Paço
- Casa do Granjão
- Casa de Santiago
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Marcos Pombalinos
Os Marcos Pombalinos foram colocados por conta dos proprietários dos terrenos demarcados. Feitos em pedra de cantaria lavrada, com a inscrição “Feitoria”. O algarismo corresponde à sua numeração e o ano de 1758 ou 1761 corresponde ao ano da colocação. Uns, embutidos em muros; muitos, derrubados e ocultos entre mato velho; alguns, a servir de canteiros ou dormentes de tonéis; e outros, de soleiras e padieiras de portas e janelas ou de sentinelas vigilantes em mortórios abandonados. Os marcos pombalinos eram feitos de granito em formato paralelepípedo e remate liso, com a face principal voltada para o caminho, na qual se inscreveu a designação: “FEITORIA 1761”, sendo classificados como imóveis de interesse público pelo Decreto-Lei n.º 35 909, DG 236 de 17 de Outubro de 1946. O primeiro Marco Pombalino foi colocado a 9 de Outubro de 1758, a 200 metros do local onde, em 1875, seria edificado o edifício público da estação de comboio do Bernardo na freguesia de Barqueiros concelho de Mesão Frio.

